Há 2 anos, registrava um dado sobre o custo da universalização dos serviços de saneamento, conforme imagem abaixo.

Ironicamente, nestes meses de junho e julho, coincidiu de eu estar cursando as disciplinas que tratam deste assunto na especialização em Engenharia Urbana na Escola Politécnica da UFRJ.  Constatar que nestes últimos anos pouco se avançou, mesmo com programas bilionários como o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, além dos elevados investimentos para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos é preocupante. Houve avanços, pontuais, mas muito, muito distante daquilo que o país necessitaria.

Saneamento, como política de Estado, vai muito mais além do que os custos econômicos. Existe uma carência brutal de técnicos nos municípios, principalmente nos pequenos, que são a grande maioria, refletindo diretamente na ausência dos Planos Municipais de Saneamento.

Este é um tema sensível, pois está relacionado à saúde da população tanto que elenquei o assunto como uma das minhas prioridades na plataforma de governo, caso tivesse sido candidato à prefeito nas eleições de 2016, em Porciúncula.

Pode haver alguma divergência no valor global dos investimentos, para mais ou para menos, considerando um diagnósticos de 2017, porém já é possível identificar o tamanho do desafio que teremos pelos próximos anos.

 

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